Para onde vai o Dízimo que eu ofereço?

O dízimo é um ato de liberdade. Podemos até dizer que o dízimo é uma obrigação, mas é uma obrigação que brota do coração agradecido. Por isso, é muito importante mudarmos também nossa maneira de nos referirmos ao dízimo. Se ele não é nem taxa nem imposto, então não deve ser nem pago nem cobrado. Como o dízimo é uma oferta agradecida, a devolução de uma parte recebida, um ato livre de fé, esperança e caridade, então ele é oferecido pelo fiel . Dízimo não se paga, se oferece. Dízimo não se cobra, se recebe. Dízimo não é taxa, nem imposto, nem esmola. Dízimo é devolução, é gratidão, é ato de amor a Deus, à Igreja e aos irmãos e irmãs. Ouve-se, inúmeras vezes, pessoas afirmarem: “Para que vou dar dinheiro ao padre?”; “O que o padre faz com o dinheiro do Dízimo?”. Para tais pessoas – e não são poucas – o valor oferecido através do Dízimo vai para o “bolso do padre”. Percebe-se, nestas afirmações, uma compreensão errônea do Dízimo. Da mesma forma que em nossos lares existem necessidades básicas que precisam ser supridas (alimentação, água, luz…), temos também em nossa paróquia, despesas fixas que envolvem luz, água, telefone, alimentação, internet, funcionários, combustível, material para as celebrações da Santa Missa (velas, partículas, vinho, folhetos…), a contribuição para a Cúria Diocesana… E, é através do Dízimo, oferecido pelos fiéis, que a paróquia supre estas necessidades. Mais ainda, graças ao Dízimo a Paróquia pode investir em melhorias, visando o bem-estar religioso e social dos paroquianos. Como exemplos, podemos citar a reforma dos vitrais da Igreja Matriz, o término da construção da igreja do bairro Dutra, o andamento da construção da igreja das Pedras Brancas, reformas na igreja do Carniel e Tapera, aquisição de um carro novo, planejamento de reforma do pavilhão do Bairro Floresta… Enfim, inúmeras melhorias e investimentos visíveis, proporcionados pelo Dízimo Paroquial.